sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Carta de uma mãe alentejana - Vais adorar!!!

CARTA DE UMA MÃE ALENTEJANA




Mê querido filho



Ponho-te estas poucas linhas que é para saberes que tôu viva.


Escrevo devagar porque sei que não gostas de ler depressa. Se receberes esta carta, é porque chegou. Se ela não chegar, avisa-me que eu mando outra.


O tê pai leu no jornal que a maioria dos acidentes ocorrem a 1 km de casa. Por isso, mudámo-nos pra mais longe.


Sobre o casaco que querias, o tê tio disse que seria muito caro mandar-to pelo correio por causa dos botões de ferro que pesam muito. Assim, arranquei os botões e meti-os no bolso. Quando chegar aí prega-os de novo.



No outro dia, houve uma explosão na botija de gás aqui na cozinha. O pai e eu fomos atirados

pelo ar e caímos fora de casa. Que emoção: foi a primeira vez em muitos anos que o tê pai e eu saímos juntos.



Sobre o nosso cão, o Joli, anteontem foi atropelado e tiveram de lhe cortar o rabo, por isso toma cuidado quando atravessares a rua.


Na semana passada, o médico veio visitar-me e colocou na minha boca um tubo de vidro. Disse

para ficar com ele por duas horas sem falar. O tê Pai ofereceu-se para comprar o tubo.



Tua irmã Maria vai ser mãe, mas ainda não sabemos se é menino ou menina. Portanto, nã sei se vais ser tio ou tia.



O tê mano Antóino deu-me hoje muito trabalho. Fechou o carro e deixou as chaves lá dentro. Tive de ir a casa, pegar a suplente para a abrir. Por sorte, cheguei antes de começar a chuva, pois a capota estava em baixo.



Se vires o Sr. Alcino, diz-lhe que mando lembranças. Se nã o vires, nã digas nada.



Tua Mãe Mariana



PS: Era para te mandar os 100 euros que me pediste, mas quando me lembrei já tinha fechado o envelope.

Anedota ... Pretos (sem racismo)...‏

Dois brancos e um negro estão num andaime, a lavar os vidros de um grande
edifício.

De repente, o negro dá um gemido, vira-se para um dos brancos e diz:

- Ai, ai, ai! Preciso cagar, vou cagar aqui mesmo!

- 'Tás maluco, pá! Vais sujar toda a gente lá em baixo!

- Mas não aguento mais, meu! Não vai dar tempo para descer!!!

- Então, bate na janela e pede à senhora que te deixe usar a casa de banho,
aconselha um dos brancos.

E é o que ele faz.

Assim que a velha permite a entrada, ele voa p'rá sanita.

Está o negro tranquilo e aliviado, quando ouve uma gritaria sem fim.

Quando sai, vê que o andaime se tinha partido e os dois brancos se tinham
espatifado no chão.

No dia seguinte, no velório, estão lá os amigos, as viúvas inconsoláveis e o
negro acompanhado da esposa, quando chega o dono da empresa onde
trabalhavam.

Imediatamente todos se calam.

O empresário começa o seu discurso, dirigindo-se às viúvas:

- Sei que foi uma perda irreparável, mas vou, pelo menos, tentar aliviar
tanto sofrimento. Como sei que as senhoras vivem em casas alugadas, darei
uma casa a cada uma. Também sei que as senhoras dependem dos autocarros, por
isso, darei um carro a cada uma. Quanto aos estudos dos vossos filhos, não
se preocupem mais, pois tudo será por conta da empresa até que terminem a
Faculdade. E, para finalizar, as senhoras receberão todos os meses 1000
Euros, para as compras.

E a mulher do negro, já meio arroxeada, não se conteve mais e diz ao ouvido
do marido:

- E tu a cagar, né, seu preto de merda???

Chamam-lhes Parvas

P!nk 2008


















quinta-feira, 26 de janeiro de 2012